A união de freguesias de Além da Ribeira e Pedreira pertence
ao concelho de Tomar,
com 24,50 km² de área e 1091 habitantes (censos 2021).
Foi criada aquando da reorganização administrativa de 2012/2013, resultando
da agregação das antigas freguesias de Além da Ribeira e Pedreira.
Em algumas aldeias da freguesia encontramos tal como em vários
locais do nosso país Igrejas e Capelas, o chamado Património Religioso, felizmente
a sua maioria permanece bem conservado.
Ir à missa ao Domingo é uma rotina que ainda parte da população
leva muito a sério. Também se dá catequese, por exemplo na capela da Póvoa é ao
sábado, na Igreja da Portela da Vila é ao domingo. Dada por voluntárias que
tiraram o curso de catequista e que se disponibilizam para ensinar às crianças
os valores da religião cristã, também é aqui que alguns/mas se destacam na
leitura (tendo em conta que teem de ler para todos os que assistem à missa) e
outros/as destacam-se na música quer seja a tocar ou a cantar.
Graças ao trabalho voluntário da população estes monumentos na sua
maioria permanecem bem conservados. No verão as festas dão ainda mais vida a
estes locais, onde se aproveita para se conviver e rever familiares que por
algum motivo saíram e voltam em julho ou agosto para “matar” saudades. Nas
festas além dos bailes, comes e bebes, também faz parte a realização da missa
bem como a procissão que sai à rua com os andores enfeitados para as pessoas
venerarem os seus santos, vendem-se uns bolinhos, há quermesse onde as crianças
adoram ir às rifas, desta forma consegue-se fazer face às despesas.
No lado da Freguesia de Além da Ribeira encontramos o seguinte
património religioso: a Igreja do Sagrado Coração de Jesus na Portela da Vila,
Capela de São Lourenço na Póvoa, Capela da Nossa Sra. das Lapas nas Lapas junto
ao rio Nabão, Capela da Enxofreira de orago desconhecido que se encontra em
casa particular na Enxofreira e em ruínas/vestígios temos a Capela de São Silvestre
no Carvalhal e a Ermida da Santa Maria
do Mildeu entre o Curto e Calvinos.
Do lado da Freguesia da Pedreira temos a Igreja Nossa Sra. Das
Neves na Pedreira, a Capela de S. Simão em S. Simão, Capela da Nossa Sra. Da
Conceição na Fábrica do Prado e a Capela na Fábrica de Porto de Cavaleiros
Na Freguesia de Além da Ribeira que foi criada em 1985 através do Decreto-Lei n.º 103/85, altura em que foi desanexada da vizinha freguesia de Casais, temos:
Igreja Paroquial do Sagrado Coração de
Jesus
Igreja
Matriz localizada na Rua da Igreja na Portela da Vila, construída a 22 de
setembro de 1968 e tem como orago o Sagrado Coração de Jesus.
Tem
uma torre sineira, no qual se conserva o sino, antigamente era o relógio da
população pois de hora em hora se o vento estivesse de Norte ouvia-se o sino a
tocar.
Tem
também uma cruz por cima da entrada principal e um cata-vento com os pontos
cardiais na torre sineira. No seu interior encontramos quatro imagens
religiosas, o Sagrado Coração de Jesus, a Nossa Sra. De Fátima, Santo António e
o Sagrado Coração de Maria de Fátima. A iluminação natural é feita através de
bonitos vitrais.
Tem
Pia Batismal, Capela do Santíssimo e tem também duas Bandeiras para procissões,
uma do Sagrado Coração de Jesus a outra de Santo António.
Geralmente
no terceiro fim de semana de agosto realiza-se uma festa de três dias.
Coordenadas
- 39.68007851031214, -8.411174515033041
Igreja Paroquial Sagrado Coração de Jesus - Portela da Vila - Sto. António - Ago15 - Cristina Henriques
Capela de São Lourenço
Capela
localizada na Rua de São Lourenço na Póvoa, no ponto mais alto da aldeia. Surge
referenciada como sendo do Séc. XVI e tem como orago o São Lourenço. No seu
interior encontramos a escultura São Lourenço de pedra
do Séc. XVI, mede 0.705cm, tem também uma imagem de Santa Clara, escultura da
mesma época, mas mais pequena e pintada posteriormente, uma imagem da Santa
Isabel, Santo António, Nossa Sra. de Fátima e o Sagrado Coração de Jesus.
Tem
um sino do lado direito da Capela e uma cruz no cimo do telhado.
Tem
a Bandeira para procissão em honra de São Lourenço.
A Festa em honra de São Lourenço realiza-se todos os anos durante
três dias, no segundo fim-de-semana de agosto de forma a coincidir com o dia 10 de
agosto, o dia de São Lourenço.
Quem era São Lourenço? São Lourenço era Mártir e Santo.
Lourenço foi um dos diáconos mártires de Roma.
Quando o Papa Sisto II celebrava a Eucaristia no cemitério de
Calisto, em 258, foi assassinado pela Polícia Imperial assim como os outros que
o acompanhavam. Lourenço estava presente, mas teve a sorte pelo seu lado. Na
verdade, aquela autoridade pretendia tomar os tesouros e os arquivos da Igreja
pelos quais o diácono Lourenço era responsável. Nesse sentido, foi-lhe exigido
que os entregasse. Após alguns dias, S. Lourenço apresentou como riquezas
alguns pobres e doentes assistidos pela Igreja.
Perante esta atitude, a Polícia Imperial condenou-o ao suplício do
fogo. Foi torturado numa grelha no dia 10 de Agosto. Pela crueldade do seu
martírio e pela extrema coragem que demonstrou, foi-lhe concedido um lugar
especial entre os mártires de Roma. Por este motivo, várias igrejas e capelas,
como a da Póvoa, freguesia de Além da Ribeira, prestam-lhe homenagem
escolhendo-o como seu Padroeiro[1].
Coordenadas
- 39.65844442610006, -8.404305440998
Capela de São Lourenço - Póvoa - Bandeira/Pendão de Nossa Sra. de Fátima - Ago13 - Cristina Henriques
Capela da Nossa Sra. das Lapas
Capela
localizada nas Lapas junto ao rio Nabão perto dos Casais Novos. Tem como orago
Nossa Sra. das Lapas. A Capela do séc. XVI,
XVII(?), é uma construção singela de formato
retangular em alvenaria de pedra da região, tendo algumas pedras aparelhadas
com marca de canteiro, a sua estrutura é composta de uma nave central com a
zona do altar com abóboda de cruzaria. Os arcos abatidos encontram-se numa
pedra de fecho com medalhões (renascentistas?) ricamente decorados com figuras
humanas. Estes arcos cruzam-se quer num elemento intermédio (outro medalhão com
decoração) com o arco da parede ou unem-se em 4 cachorros com friso de placas.
O frontal do altar possui um painel retangular de azulejos mudéjar
policromáticos de motivos florais e geométricos, cujo centro é uma composição
floral de 4 ladrilhos. Em Agosto realizava-se uma festa em honra da Nossa Sra.
das Lapas, com a respetiva missa à padroeira. As pessoas ofereciam bolos,
bebidas, azeite, tremoços, entre outras dádivas para a festa e era comum o
pagamento de promessas, o que incluía o dar de comer a toda a gente. A música
era à base de tambores e gaitas de foles. A esta pequena ermida também se
encontra ligada uma pequena gruta. Foi nesta gruta, localizada em 1977 mas
referenciada desde 1982, que terá aparecido a imagem de N. Sra. das Lapas.
A imagem da Santa é uma peça bonita e com bom traço anatómico.
Mede cerca de 8 cm de altura e é talhada num único pedaço de marfim (dente?)[i]. A imagem está coroada e tem um Menino
ao colo do lado esquerdo da Santa, mas já não tem a cabeça.
O frontal do altar, possuí um importante painel retangular de
azulejos mudéjar policromáticos de motivos florais e geométricos, cujo centro é
uma composição floral de 4 ladrilhos. A sua cronologia pode situar-se entre os séc. XVI e XVII.
Recentemente
a festa voltou-se a realizar mas no mês de junho.
Coordenadas
- 39.66025862613542, -8.414344489768508
Lenda da Nossa Sra. das Lapas
Em tempos muito remotos andando um pastor por aquele sítio, tão
cheio de precipícios, foi encontrar uma gruta atapetada de avencas e perfumadas
violetas uma linda imagem de Nossa Senhora!
Ficou assombrado de pasmo o pobre pastor, de olhos muito arregalados,
contemplando aquela Santa, aureolada de luz celestial, e deslumbrante
formosura!
Largas horas permaneceu em êxtases, sem poder abandonar a
resplandecente visão!
Declinava o Sol na altura das nuvens, e só então despertou e
passando a mão à espera pela vista, murmura: Nossa Sra. da Lapa!
Corre apressado por tortuosos caminhos e levar a nova da sua
descoberta.
Sabedores do Santo milagre, despovoaram-se as aldeias próximas de
longe mesmo, vinham grupos de peregrinos adorar a Virgem!
Tal foi a fé daquele povo, que em breve resolveram edificar a sua
capelinha em frente da gruta, e para lá transportaram a sua imagem.
Mas … sempre, que de manhãzinha, abriam a porta da capela (não
esqueçais que era oposta à gruta), não encontravam a Sra. no altar, indo depois
achá-la nas íngremes penedias onde aparecera!
Debatiam-se em mil conjeturas os pobres camponeses sem poderem
explicar a causa do fenómeno, até que um dos mais sábios lá da aldeia, deu o
seu parecer sobre o estranho sucedido. É que Nossa Sra. quer ir visitar todas
as suas noites a sua primeira morada, e á volta perde o norte, à entrada da sua
Capela.
Abre-se-lhe pois, outra porta mesmo em frente da gruta, e já a
Sra. poderá entrar e sair todas as vezes que quiser.
Assim procederam, imediatamente e nunca mais, dizem eles na sua
boçal ignorância, Nossa Sra. deixou de ser encontrada no seu altar.
“Todos os anos, em Agosto, se realiza a Festa da Nossa Sra. da
Lapa, com missa cantada e arraial, concorrendo imensos devotos, que vão render
graças à sua Padroeira, e munidos dos seus farnéis, passam o resto dos dias nas
margens do Nabão, junto à capelinha. É lindo o rio naquele sítio, apesar das
suas perigosas penedias. F.O.” “Ecos de Tomar” de 29 de Janeiro de 1925
Capela/Ermida da Enxofreira
Localizada na Enxofreira dentro de uma
habitação particular no Beco da Capela. No seu interior podemos observar uma
pia inserida na parede. Construída num bloco da pedra calcária, a
sua largura não excede os 28,5 cm, possuindo um rebordo de 4 cm. Apresenta
esculpido uma forma tosca mas percetível de um anjo muito semelhantes aos querubins de talha dourada, ou seja cara
de criança com asas. Na entrada, por cima da porta encontra-se uma pequena
estela retangular de calcário com 44 cm de altura e 31 cm de comprimento, com a
sua cruz latina. É classificada por alguns como cruz de altar devido à sua base
triangular. A cruz desenvolve-se ao longo da altura e comprimento da estela,
tendo os seus braços a espessura de 7cm exceto na parte inferior (pé), a qual
tem uma área de 16 por 13 cm. Apesar da erosão ainda podemos observar na base
triangular uma data incompleta, a de 16.., situando-nos assim no séc. XVII. No
interior, encontra-se embutida na parede (com uma grossura de 70 cm) uma pia,
construída num bloco de pedra calcária (Arsénio, 1997 (?)).
Coordenadas - 39.683881768295095, -8.41772363579631
Transcrição
do documento acima
“Enxofreira
e Tomar
António dos
S
D. Maria
Leonor
Aos vinte e nove de Outubro de mil e oitocentos e quatro na
Capela do Lugar da Enxofreira desta freguesia da Nossa Senhora do Reclamador
dos Casais Prelazia de Tomar que desejo de Muito Reverendo Doutor Ouvidor
Geral em presença do Reverendo Doutor
Luiz da Silva Henriques Cavaleiro da Ordem X de
e Cónego da Colegiada de Ourém deminla licença e das test.os abaixo
nomeados celebrarão o Santo Sacramento do Matrimónio com palavras do presente
na forma do Camilo de Ferento António da Silva Teixeira Cavaleiro perfeito na Ordem de São Tiago, Sargento Mor da Vila
de Tomar, filho legítimo de Manoel da S.a Leitão do Lugar de Chão de Maçary e
D. Maria Leonor filha Legítima de Manuel António Carrão, e deveça m-en Joana
Ferreira do lugar da Enxofreira desta freguesia sem impedimento algum, e sendo
testemunhas presentes o Cop.am Agost.o Ferreira e seu irmão Bernardo Ferreira
Jior da Noiva, de que fiz este assento.
O Rigistador
José Nirente Nogueira”
Capela de São Silvestre em ruínas
Apenas
existem um monte de pedras que se supõe ter pertencido à Capela.
A
sua localização é na Rua da Laranjeira do Carvalhal.
Data
de construção –???
"1530 – ...Existiriam já a Capela das Lapas (Nossa Senhora da
Lapa), a de São Lourenço, junto à Póvoa e ainda de S. Silvestre, além do
Carvalhal perto de João Prestes
Em 1701 no livro Corografia de Portugal o Padre António Carvalho da Costa também faz referência a S. Silvestre no Carvalhal (Pág.10).
A
Capela de São Silvestre do Carvalhal é referenciada num inventário dos bens da
Igreja dos Casais em 23 de setembro de 1806[2].
Em 1801 é referenciado S. Silvestre como
templo da freguesia de Casais além do Carvalhal, perto de João Prestes
Coordenadas
- 39.68280013069276, -8.389178490129067
Ermida
da Santa Maria do Mildeu/Milreu/Mildes?
A Ermida já não existe, há apenas alguns vestígios. Segundo o Sr. Hilário Guia que através das suas pesquisas encontrou referências escritas e orais sobre a existência da Ermida da Nossa Senhora de Mildeu (Santa esta, que agora está na Capelas dos Calvinos fundada a 1737).
Em
1701 no livro Corografia de Portugal o Padre António Carvalho da Costa também
faz referência à Nossa Senhora de Mildes (Pág.10).
Em 1801 é referenciado Santa Maria do
Mildeu como templo da freguesia de Casais
Quem é Nossa Senhora de Mileu (ou Mildeu*Amorim Rosa)
“Ignora-se a origem desta invocação. Segundo a
lenda, Nossa Senhora teria dito a um seu devoto que, para mil mouros, bastava
um cristão ou ainda “para mil eu”, teria dito um devoto de Nossa Senhora aos
que o advertiam que fugisse dos mouros. Há, no entanto, várias imagens de Maria
veneradas com este título.
Na Ermida de Nossa Senhora dos Anjos de Calvinos, freguesia de Casais, existe uma escultura do século XVI, em pedra policromada. Nossa Senhora aparece com Coroa incorporada e o Menino sobre o braço esquerdo. Ambos seguram uma pomba – símbolo da plenitude da sua graça.[3]”
Coordenadas: 39.67657579693585,
-8.387569071006192
Na Freguesia da Pedreira
que foi criada a 5 de maio de 1928, através do Decreto n.º 15 436,
desanexando-se nessa altura da freguesia de Carregueiros, com os lugares de
Cadaval, Prado e S. Simão, temos:
Igreja da Nossa Sra. Das Neves
Igreja matriz, dedicada a Nossa Senhora das Neves
localizada no largo Dr. Cândido N. Madureira na Pedreira.
Templo antigo, reconstruído no século XVIII, entre
1777 e 1782 através de subscrição pública, como consta de inscrições no
interior, uma posta na parte posterior da nave a outra num dos pilares da
fachada. Só em 6 de agosto de 1950 recebeu o Estatuto Canónico de Paróquia,
separada de Carregueiros, outorgado pelo Patriarcado de Lisboa.
O tipo interior é comum da região. De uma só nave,
tem teto em madeira de três planos, capela-mor e dois altares colaterais.
No corpo (altar-mor) do templo, existe uma escultura
da Padroeira, de madeira policromada, calculada entre o século XVII e XVIII,
com um metro de altura. Nossa Senhora das Neves tem o manto pela cabeça e
segura o Menino sobre o braço esquerdo, cruzando o direito sobre este. O Menino
segura um livro na mão esquerda.
Existem também dois quadros, um de cada lado, de pintura a óleo sobre tábua, pertencentes ao
ciclo maneirista tomarense dos finais do século XVI, repintados de forma
agradável. Representam, o do lado do Evangelho, a degolação de Santiago Maior,
um santo mártir, e o do lado da Epístola, o episódio de S. Tiago e os Mouros. O
primeiro mede 1,300mx1,010m e o segundo 1,320mx1,350m. Ambos os quadros são valiosos
pela movimentação figurativa, iconografia e indumentária.
No
presbitério, está um cadeirão do século XVIII, com o fundo e a espalda de coiro
ornado de lavores barroquistas.
Existe
ainda uma imagem da Santíssima Trindade, escultura de pedra quinhentista com
0,560m[4].
A igreja tem
uma torre sineira com relógio e no cimo tem um cata-vento em forma de galo
junto a uma cruz e que a sua base é forma de esfera armilar.
A
Bandeira da
Nossa Sra. Das Neves sai normalmente na procissão da festa anual que se tem
realizado no terceiro fim de semana de agosto.
Coordenadas
- 39.64096461976324, -8.409818883024496
Capela de São Simão
Capela reconstruída em dezembro de 1985 com donativos da população e lugares vizinhos (placa existente na lateral esquerda da Capela), localiza-se no Largo Gil de Sousa em S. Simão.
Tem um sino do lado direito da Capela e uma cruz no cimo do telhado.
Coordenadas - 39.64096461976324, -8.409818883024496
Capela da Nossa Sra. Da Conceição
Capela
pertencente à Companhia do Papel do Prado, onde antigamente eram celebradas
missas e os casamentos da fábrica.
É
designada por Capela da Nossa Sra. Da Conceição, e supõe-se que tenha sido construída em 1904, pois é
essa data que está inscrita no chão.
Tem
um sino do lado direito da Capela e uma cruz no cimo do telhado.
Nesta
imagem de Nossa Sra. Da Conceição, de terracota, a Virgem veste túnica branca e
manto azul, tem as mãos sobre o peito, a cabeça descoberta com coroa de metal. A
peanha apresenta nuvens com cabeças de anjos e o crescente lunar, que é o
símbolo da pureza e virgindade de Maria[5].
“Festa
do Prado
Efetuaram-se
nos dias 14 e 15 do corrente as Festividades da Nossa Sra. Da Conceição
promovidas pelos empregados da Fábrica do Prado.
Os
festejos este ano foram revestidos de bastante brilhantismo, produzindo as
ornamentações e iluminações um belo efeito.
Mais
uma vez o hábil artista Valentim de Sousa Bastos revelou o génio artístico de
que é dotado.
Na
noite de 14 foi queimado das 10 às 11 horas da noite um fogo de artifício
fornecido pelo pirotécnico desta cidade Manuel da Silva, tocando alternadamente
no local da festa em 2 coretos as Filarmónica Nabantina e Gualdim Pais.
No dia seguinte houve corridas de sacos de de burros, abrilhantados pela Filarmónica de Ferreira do Zêzere.[6]”
Coordenadas
- 39.64311281444992, -8.40288670556014
Capela da Fábrica de Porto de
Cavaleiros
Capela
pertencente à Companhia de Papel de Porto de Cavaleiros. Foi construída em 13
de julho de 1930, tendo como orago a Nossa Sra. de Fátima. Nesta imagem a Nossa
Sra. De Fátima aparece coroada, de mãos postas, em atitude orante, e com um
terço delas pendente. A túnica e o manto comprido, posto pela cabeça, são
brancos, com dourados nas orlas. Os pés descalços, apoiam-se sobre uma peanha
de nuvens. Esta capela foi visitada pela imagem peregrina de Nossa Senhora de
Fátima em 26 de junho de 1954[7]
Coordenadas: 39.65610319291248, -8.42889871085975
[1]
Informação retirada de um cartão com da Imagem de São Lourenço de um lado e a
explicação da sua história do outro lado
[2]
Informação dada ao Sr. Hilário Guia por mail pelo Arquivo Diocesano STR a 24 de
fevereiro de 2015
[3] Retirado
do Boletim Cultural da Câmara Municipal de Tomar, n.º 18 de março de 1993;
Artigo escrito por Maria do Céu C. Tavares “Culto e Iconografia da Nossa
Senhora no Concelho de Tomar”
[4] Retirado
do Livro Pedreira, propriedade da Junta de Freguesia da Pedreira, Textos e
Fotografia de Ana Cristina Freitas e Carla Honrado, de maio de 2010
[5] Retirado
do Livro Pedreira, propriedade da Junta de Freguesia da Pedreira, Textos e
Fotografia de Ana Cristina Freitas e Carla Honrado, de maio de 2010
[6] Retirado
de “A Verdade”, de 23 de Agosto de 1908 – Anais de Tomar
[7] Retirado
do Livro Pedreira, propriedade da Junta de Freguesia da Pedreira, Textos e
Fotografia de Ana Cristina Freitas e Carla Honrado, de maio de 2010
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